domingo, 3 de outubro de 2010

Do amor que ainda guardo dentro de mim

Ponho-me em partida, nem deixo o bilhete querido, quando lembrar de ti, lembrarei também deste amor proibido. Talvez eu volte, certo de que queres meu amor, com pudor exalando perfumes de rosa ao seu toque; no jardim só vejo pranto, inverno secou as que não falam mais, longe de ti apenas tristeza sobrou. O destino que queria escrever só apaga esperanças que me faz partir e abrir os olhos nesse momento, assim na despedida dessa estrada vou juntando fatos que fiz errados para acertar, acertos esses em que só fiz errar... Nesse deserto, meu peito está vazio, conselhos não me cabem mais e garanto a mim que o tempo a saudade que sinto se vai...

Mas hoje não o sinto no mesmo caminho que o meu, faço-me alvorada a partir e deixar você, assim não me posto olhares para nunca mais chorar, não por ti...

"Eu o tive, não a mim, faltava só nós dois, o amor já estava nos esperando ali, ou ainda estão..."

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